Rua Augusta - Emicida

Rua Augusta - Emicida

  • Ano de lançamento: 2019
  • Linguagem: Português
  • Duração: 2:33

Abaixo está a letra da música Rua Augusta , artista - Emicida com tradução

Letra da música " Rua Augusta "

Texto original com tradução

Rua Augusta

Emicida

As maquiagem forte esconde os hematoma na alma

Fumando calma ela observa os faróis que vem e vão, viver em vão

Os que vem e não te tem são se necessário homem de bem fujão

Que não aguentou ser solitário

Mema grana que compra sexo, mata o amor

Traz a felicidade, também chama o rancor

As madruga que testemunho vermelho sangue na unha

Sem nome, várias alcunha dentro da bolsa de punho

Garota propaganda da cidade fria em seus caminhos

1 milhão de seres 1 milhão de seres sozinhos

Sonha como se não vivesse, vive se perguntando porque que não morre

Mistura lágrima e suor no corre

Conta dinheiro no banco do passageiro e só

Que vira leite pro filho ou 15 gramas de pó

Foda-se se é erro, quem fez o certo?

Jesus

E cês agradeceram como?

Pregando ele numa cruz

Cortando às hora com um casaco de vison

No olho a cor ta combinando com o batom

Atenta nas buzina ela vai pelo som

Escrevendo sua história com neon

Piscando «Motel» as vezes falha

Auto-ditada aprimora o estilo enquanto trabalha

E se flagra chorando em frente ao espelho

Bola mais um acende puxa disfarça o olho vermelho, volta

O seu novo amor tá de partida

Ele espera acabar a noite ela espera acabar a vida

Cada cigarro leva 1 ano de sofrimento

Ela manda um maço, e de novo ta pronta pro arrebento

Ri com os traveco no breu, com o vulgo que a rua deu

Entra no carro se lembrando das amigas que morreu

Sampa pra quem vem de fora é uma beleza

Mas a única coisa que todos tem aqui é a certeza

Seu pai só reclamava enquanto trampava ela dormia

Isso não deixava a vida nos conforme

Pra se redimir ela vaga todas as madruga ai

Fazendo um dim como pode enquanto ele dorme

A vizinhança réu, um mar de juiz papel

Afago pra lá infeliz, mais um trago, miss

Com sorte, passaporte América do norte, please

Europa, diz «ahhhh», um sonho eu quis

Assassinada por um rato, num motel barato

Agoniza na cama, drama, estatística, fato

Um nóia sujo, advogado, bêbado, confuso

Pai de família, pastor com a fé em desuso

Matilha de dois ou de homem grande vilão

Cliente frio, produto sem coração

Corpo marcado cicatriz de gado, ao relento

Vai pra coleção de sofrimento

Princesa dos esgoto sujo, seio novo sobre o bojo

Virgem em solo inimigo, nojo

Esperança triste

Adubo do sonho da infância pura, buscando em si se isso ainda existe

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